Parmigiana di Filletto

Também conhecido como Bife ou Filé à Parmigiana, todo brasileiro já comeu e acredito que a maioria aprecie essa delícia engordativa.  iguaria. Os italianos conseguem misturar tudo que não presta elaborar um prato com sustança e os gordos amam loucamente Hahahahaha apreciadores da boa mesa são conquistados. O milagre obeso A dádiva de ter em um único prato: fritura empanada, carne, molho, queijo e macarrão!

 

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Ingredientes 3-4 pessoas.

600G de Filé Mignon.
2-3 colheres de farinha de trigo.
01 ovo batido.
4-5 colheres de farinha de rosca.
Óleo.
Sal e pimenta.
Azeite
01 cebola bem picada.
02-04 latas de tomates italianos pelados.
Salsinha (opcional).
Sal e pimenta.
100G de muçarela.
100G de parmesão
Macarrão de sua preferência.

 
Modo de Preparo:
Frite a cebola no azeite, adicione as latas de tomate e após levantar fervura, deixe trabalhar em fogo baixo e tampado até ir “curando” por cerca de 2h, sal e pimenta a gosto, reserve.
Sele o bife já temperado (grosso ou uma peça aberta) rapidamente em uma frigideira, passe na farinha branca, ovo e na farinha de rosca, frite por imersão.
Monte no refratário: o molho, bife, molho e queijo. Coloque em forno bem quente com o gratinador ligado, deixe até o queijo gratinar.
Enquanto está no forno gratinando, faça o macarrão.

Dicas:
– Na receita da foto usei coxão mole, infelizmente quis economizar e ficou coxão duro, recomendo filé-mignon.
– O ponto da carne deve ser mal passado, a “selada” é realmente rápida, porque ficará bem cozido ao ser frito na imersão. Esse passo é importante, caso seja frita sem selar, a carne soltará o suco e virará uma lambança triste.
– Usa-se 2 a 4 latas de tomates de acordo com o quão “molhado” você preferir, lembre-se que terá um macarrão de acompanhamento.
– O macarrão deve ser o último a ser feito, sempre massa di grano duro, água abundante, com sal e fervente, não se coloca óleo na água! Caso o macarrão fique pronto muito antes do queijo gratinar, coloque um fio de azeite nele (já cozido e escorrido).
– Temperos como orégano, tomilho, alecrim ou manjericão ficam a seu critério.

Torta Gaúcha

Também conhecida como Torta de Liquidifiador, Torta de Padaria, Torta Paulista e a famosa Torta Japonesa de “Sorobô”, é uma iguaria fácil, prática, econômica e claro, deliciosa!
As variações são imensas, se digitar na ferramenta de busca online gogglear, aparecerão milhares de receitas, que não apenas se diferenciam entre si, como apresentam métodos e proporções esdrúxulas! Muito cuidado com pesquisas gastronômicas de internet, procurem sempre blogs onde os pratos são testados e garantidos, pois esses grandes portais culinários não filtram nada e pessoas postam qualquer coisa sem sentido.
Entre tantos títulos, elegi esse por lembranças de um curso que fiz há quase 3 anos atrás, onde , no último dia de aula, uma senhora gaúcha levou uma simples torta de liquidificador e fez um sucesso absurdo. Outra curiosidade pessoal sobre essa maravilha, é que fiz duas vezes, na primeira (uma semana atrás) comemos tudo e esqueci de fotografar! Pensei em desistir, mas na CartaCapital dessa semana, o Márcio Alemão (Dono da coluna Refogado) também falou sobre essa torta (receita diferente da minha) e as lembranças da infância que ela trazia.
Optei fazer no sabor que remete a uma pizza, mas é possível usar de um tudo nessa receita, como: carne moída, charque, frango, sardinha, camarões, ervilha, leguminosas, conservas, etc… desde que se respeite as proporções e o bom senso.

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Ingredientes:
1 ½ xícara de leite integral.
½ xícara de óleo.
03 ovos.
02 xícaras de farinha de trigo.
½ xícara de amido de milho (maisena).
50G de queijo ralado em pó. (um saquinho)
01 colher de fermento químico.
200g de presunto (fatiado-picado)
300g de queijo muçarela (fatiado-picado)
01 tomate médio picado (sem semente).
1/3 pimentão verde picado.
½ cebola picada.
Cebolinha a gosto. (usei ¼ de maço)
01 lata de milho (bem drenada)
Orégano, sal e pimenta do reino.

Modo de Preparo:
Bater no liquidificador o leite, óleo e ovos, adicionar o queijo ralado, trigo, amido e sal, quando virar uma massa homogênea(é rápido), misture com o fermento e os outros ingredientes picados, verifique o sal e temperos, coloque em uma fôrma média (20X30cm) untada e enfarinhada. Deixe em forno baixo (200°C) pré-aquecido por cerca de 01 hora, até ficar castanho escuro por cima.

Dicas:
– Ingredientes podem ser substituídos, como já falei acima, o recheio vai do gosto, o importante é respeitar as medidas da massa.
– Atenção com o forno, alto demais pode deixar encruado por dentro, principalmente porque esses ingredientes que usei (presunto, tomate, cebola, milho) soltam muita água e se tratando de uma massa quase líquida, todo cuidado é pouco.
– Eu sei que sempre fui um militante anti-queijo ralado em pó, continuo sendo, pois aquilo não é queijo! Porém é um ingrediente como qualquer outro, agrega sabor na massa, pois é rico em gordura e sódio, mas pode ser trocado por algo melhor, como parmesão de verdade.
– Recomendo fazer isso em um café da tarde, levei 30 minutos preparando tudo do zero e 01 hora com cara de tédio até ficar pronta, tempo para lavar a louça acumulada da cozinha e arrumar a casa toda.

Bruschetta

Uma das entradas italianas mais tradicionais, um dos pratos mais simples para se fazer e uma das delícias mais saudáveis do mundo, é ela, a Vragihnna Bruschetta!!!

Cada pessoa tem um tipo de receita, e claro, desenvolvi a minha. Usei influências da Tata (nossa amiga de Curitiba) e da internet (lógico!), mas minha maior inspiração foi a Srta Catarina Cake, que há 02 dias ficou se exibindo, dizendo que fez a melhor de todas as Bruschettas! Aceitei o desafio e vou provar que a Buceta Bruschetta do Tadeo é a mais totosa do Recife Nordeste Brasil Planeta Universo!!!

Ingredientes:

06 fatias de pão (usei integral Graham)

06 tomates médios (vermelhos e firmes)

100g de queijo parmesão ralado na hora  (se usar aquele pó nojento, eu mato!)

60ml de azeite de oliva extra-virgem

02 Dentes de alho bem picados.

01 colher (sopa) de orégano

01 colher (café) de alecrim

Sal e pimenta do reino.

Modo de Preparo:

Pique o tomate em cubinhos (sem o miolo), seque*, misture em uma bacia com o sal, pimenta, ervas, alho e azeite. Para montar, coloque a fatia de pão, o queijo e com um pegador, coloque o tomate. Coloque em forno quente (240-260°C) pré aquecido, por 5 minutos no máximo (ele não deve torrar, apenas dar uma leve tostada em baixo e uma boa amornada no tomate)

Dicas:

– Para secar* o tomate, coloque os cubos em um prato forrado com um pano de prato limpo, faça uma trouxa e dê umas balançadas. Repare que o pano ficará vermelho e bem molhado. Em hipótese alguma aperte-o!

– Usei pão integral para ser diferente, o Graham é o melhor que conheço para essa receita, mas pode usar o que quiser, até uma banda de pão francês.

– Não deixe muito salgado, o parmesão já tem sal e essa receita prima pela sabor do tomate, alho e ervas.

– Muito cuidado ao usar o orégano, alecrim e principalmente o alho. Podem estragar sua receita!

– Para acompanhar, vinho ou suco de uva são perfeitos!

– Coma na hora, ao contrário do que o Sérgio Reis prega, bruschetta véia não faz comida boa!

Pão Caseiro

Conforme prometido, estou postando mais aqui no blog. Esses dias assisti ao programa “Diário de Olivier” no canal GNT, Olivier Anquier é um cozinheiro francês, que mora no Brasil há anos e é ex marido da Débora Bloch. Ele fazia brioches em sua linda cozinha pseudo-rústica e me inspirei a fazer pães também… Primeiramente pensei em fazer brioches, mas como era muito complexo (na TV tudo é mais fácil), achei melhor tentar pães doces, mas enquanto pesquisava uma boa receita, deu vontade de comer um pão caseiro quente com manteiga, queijo, presunto e claro, café! Hahahahaha.

Lá vai o gordo Tadeo fazendo seu primeiro pão caseiro, como não conseguia padronizar o tamanho e formato, resolvi fazer cada um de um tamanho e estilo, malandro safado charlatão enrolão embusteiro esperto, né?

Por incrível que pareça, os pães ficaram saborosos e macios, minha casa passou a tarde toda com cheiro de padaria. Nada mal para um virgem a primeira vez!

Ingredientes:

01 kg de farinha

01 xíc óleo

01 xíc leite

01 xíc açúcar

04 ovos

10g fermento biológico em pó (ou 45-60g de fermento fresco)

01 colher de sopa de sal.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes (menos a farinha), deixando o fermento por último. Coloque toda a farinha sobre o balcão e faça um “vulcão”, despejando o conteúdo no meio (cuidado, isso é para quem tem experiência, peça ajuda ao papai e à mamãe, vide dicas*). Aí é muque de padeiro, vá amassando, amassando, amassando, deixa o suor dar um tempero especial, quando ela começar a grudar na pedra da mesa, coloque mais farinha e continue amassando. A massa ficará lisa e homogênea, você dará um tapa e parecerá a bunda do seu melhor amigo barriga do seu avô. Deixe descansar por 30-45min em uma tigela grande, com um pano de prato por cima. Depois que ela descansou e cresceu, retire-a da tigela e divida em 05 ou 10 pedaços, dependendo do tamanho do pão, faça pranchas ou esteiras e enrole, deixando no formato de pãezinhos, croissants ou o que sua imaginação suja fértil mandar. Depois só untar uma fôrma com manteiga e farinha e deixe assar em forno médio (220°C) pré aquecido, até dourar.

Dicas:

– Veja o modo de preparo no youtube, recomendo também o site do próprio Olivier Anquier www.olivieranquier.com.br

– O fermento biológico em pó deve ser estimulado antes de entrar na receita, pegue um dedo de leite morno e dissolva um envelope nele, mexa por alguns minutos, até virar um caldo marrom de cheiro fermentado.

– Na hora do vulcão, fiz um método para principiantes como nós. Coloquei ¼ da farinha no liquido, enquanto batia. Assim o caldo ficou mais grosso e fácil de trabalhar quando colocado sobre a farinha.

– Quando for moldar os pães, use a criatividade. Pode rechear com queijos, embutidos, doces e até usar manteiga para folhear. Também pode cobri-los com alguma coisa, no meu caso, pincelei com um ovo por cima, mas podem além de usar ovo, colocar orégano, queijo ralado ou gergelim.