Pãezinhos da Roça

Há tempos que não fazia um pão em casa e há tempos mais remotos ainda, não produzia para colocar no blog!
Enquanto trabalhei no restaurante, aprendi a fazer uns pãezinhos de calabresa com tomilho e esses dias, futucando em papéis de minha antiga chefe, achei a mesma receita, só uns detalhes diferentes.
Decidi fazê-la, mas claro, adaptando ao que tinha em casa que achei mais saboroso.
O pão é uma coisa tão curiosa! Gostaria de estudá-lo mais para poder postar toda a parte científica e histórica aqui, fermentação me intriga!
O importante é seguir a parte da massa, quanto ao recheio, escolha o que gostar mais ou então não escolha nada, porque vai ficar gostoso também!
Esse nome bobo com adjetivo “da roça” foi escolhido por mim mesmo, devido aos ingredientes tradicionais da culinária interiorana do Brasil, cansei de fazer coisas “caipiras”.
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Ingredientes:
02 colheres de fermento biológico seco (ou dois envelopinhos)
02 xícaras de leite morno.
06 xícaras de farinha de trigo.
02 ovos.
07 colheres (sopa) de sopa de azeite.
400G de paio picado em cubinhos (usei pacote Sadia de 370g)
01 cebola pequena picada.
01 colher (sopa) de erva doce.
Sal.

Modo de Preparo:
Misture o fermento ao leite, depois acrescente na farinha: os ovos, leite-com-fermento e 03 colheres de azeite (use aquele método do vulcão, fazendo um “buraco” na montanha ou então dentro de uma bacia grande), adicione o sal (cerca de uma pitada generosa) e sove por 10 minutos em uma superfície enfarinhada.
Deixe descansar em uma bacia untada por 1 colher de azeite e coberto por um pano por meia hora no mínimo. Enquanto isso, refogue o paio, cebola e o restante do azeite, até dourar e deixe esfriar.
Misture o refogado e a erva doce na massa, sove novamente até misturar, faça bolinhas ou o formato desejado e deixe por 1 hora na estufa (vide dicas!) coberto por um pano.
Os pães estarão bemmm maiores, asse em forno médio (225°C) pré aquecido por cerca de meia hora, até ficarem marrom clarinho (cor de pão mesmo)

Dicas:
– É importante sovar bastante a massa até ficar elástica, ela pode (deve) estar grudando na mão, desde que seja possível trabalhar com ela.
– A tal da “estufa” é fácil de fazer e ajuda muito, pois o fermento age de forma mais eficaz. Basta ligar o forno vazio por 5 minutos, desligar e depois deixar os pãezinhos cobertos ali dentro. Em um dia quente não é necessário, mas em Curitiba está 10°C e é bom saber dessas coisas. Antes de assar, não se esqueça de tirar os pães, pré aquecer e devolve-los lá pra dentro sem os panos! Parece óbvio, mas tem gente tonga distraída que é capaz de aproveitar que estão lá e ligar o forno.
– Se for usar alguma erva como fiz, procure coloca-la no final e “aperta-la” com os dedos antes de por. O primeiro passo é importante para não impregnar muito o sabor dela em tudo e o segundo, para despertar o sabor que existe nessas sementes-folhas secas e guardadas.
– Essa farinha branca por cima serve para não grudar os panos de prato que coloquei enquanto crescia, mas acho que não seja tão necessário.
– Cada xícara de farinha tem aproximadamente 120g, então somando à farinha para sovar e enfarinhar, vai um pouco menos de 1kg de trigo.
– São pães caseiros sem conservantes, tendem a ficar duros-secos e embolorar bem precocemente, uma ótima solução é guarda-los em geladeira e quando for consumir, deixar alguns segundos no micro-ondas. Parece que acabaram de sair do forno!

Torta Gaúcha

Também conhecida como Torta de Liquidifiador, Torta de Padaria, Torta Paulista e a famosa Torta Japonesa de “Sorobô”, é uma iguaria fácil, prática, econômica e claro, deliciosa!
As variações são imensas, se digitar na ferramenta de busca online gogglear, aparecerão milhares de receitas, que não apenas se diferenciam entre si, como apresentam métodos e proporções esdrúxulas! Muito cuidado com pesquisas gastronômicas de internet, procurem sempre blogs onde os pratos são testados e garantidos, pois esses grandes portais culinários não filtram nada e pessoas postam qualquer coisa sem sentido.
Entre tantos títulos, elegi esse por lembranças de um curso que fiz há quase 3 anos atrás, onde , no último dia de aula, uma senhora gaúcha levou uma simples torta de liquidificador e fez um sucesso absurdo. Outra curiosidade pessoal sobre essa maravilha, é que fiz duas vezes, na primeira (uma semana atrás) comemos tudo e esqueci de fotografar! Pensei em desistir, mas na CartaCapital dessa semana, o Márcio Alemão (Dono da coluna Refogado) também falou sobre essa torta (receita diferente da minha) e as lembranças da infância que ela trazia.
Optei fazer no sabor que remete a uma pizza, mas é possível usar de um tudo nessa receita, como: carne moída, charque, frango, sardinha, camarões, ervilha, leguminosas, conservas, etc… desde que se respeite as proporções e o bom senso.

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Ingredientes:
1 ½ xícara de leite integral.
½ xícara de óleo.
03 ovos.
02 xícaras de farinha de trigo.
½ xícara de amido de milho (maisena).
50G de queijo ralado em pó. (um saquinho)
01 colher de fermento químico.
200g de presunto (fatiado-picado)
300g de queijo muçarela (fatiado-picado)
01 tomate médio picado (sem semente).
1/3 pimentão verde picado.
½ cebola picada.
Cebolinha a gosto. (usei ¼ de maço)
01 lata de milho (bem drenada)
Orégano, sal e pimenta do reino.

Modo de Preparo:
Bater no liquidificador o leite, óleo e ovos, adicionar o queijo ralado, trigo, amido e sal, quando virar uma massa homogênea(é rápido), misture com o fermento e os outros ingredientes picados, verifique o sal e temperos, coloque em uma fôrma média (20X30cm) untada e enfarinhada. Deixe em forno baixo (200°C) pré-aquecido por cerca de 01 hora, até ficar castanho escuro por cima.

Dicas:
– Ingredientes podem ser substituídos, como já falei acima, o recheio vai do gosto, o importante é respeitar as medidas da massa.
– Atenção com o forno, alto demais pode deixar encruado por dentro, principalmente porque esses ingredientes que usei (presunto, tomate, cebola, milho) soltam muita água e se tratando de uma massa quase líquida, todo cuidado é pouco.
– Eu sei que sempre fui um militante anti-queijo ralado em pó, continuo sendo, pois aquilo não é queijo! Porém é um ingrediente como qualquer outro, agrega sabor na massa, pois é rico em gordura e sódio, mas pode ser trocado por algo melhor, como parmesão de verdade.
– Recomendo fazer isso em um café da tarde, levei 30 minutos preparando tudo do zero e 01 hora com cara de tédio até ficar pronta, tempo para lavar a louça acumulada da cozinha e arrumar a casa toda.

Chipa-guazú.

Conforme prometido, aqui está a outra “chipa”, que apesar do nome, é totalmente diferente da anterior. Também conhecida como “sopa paraguaia” no Mato Grosso do Sul (não me perguntem o porquê de chamarem isso de “sopa”), é um prato muito saboroso, um espécie de bolo de milho salgado, com queijo e cebola. Adorei! Fiz agora à noite e comi uma bela fatia, mas o gostoso será amanhã de manhã com cafezinho! Essas idéias paraguaias estão rendendo boas e diferentes receitas, em breve teremos a macarronada verde e o surubim cozido. Acho que o brasileiro deveria olhar mais para os seus vizinhos e também para o próprio interior, ficamos presos aos sabores europeus e de outros países ricos, esquecendo de nossas raízes e de nossos “hermanos”. Por exemplo, hoje o Peru é o país da gastronomia, a comida peruana será em cinco anos o que a japonesa foi há cinco anos (a moda!), assim como Bogotá é uma capital internacional da gastronomia, com bares e restaurantes de todos os tipos, onde surgem inovações que não existem em nenhum outro lugar. A riqueza está bem perto, só precisamos enxergá-la.

PS. Não posso deixar de agradecer infinitamente minha amiga Natália Carvalho, que me ajudou na preparação dessa receita, debulhando o milho e lavando a louça. Quer ajudante mais importante que essa? MUITÍSSIMO OBRIGADO!

Ingredientes:

01 kg de milho verde (aprox. 7 a 8 espigas)

½ xícara de leite

80g de manteiga

03 ovos.

500g de queijo minas meia-cura. (corte em cubinhos)

05 cebolas grandes. (picadas e caramelizadas)

Sal (aprox. 01 colher de sopa)

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador: o milho, a manteiga, o leite, os ovos e metade da cebola caramelizada. Depois misture a massa (muito mole) ao queijo e o restante da cebola. Coloque em uma fôrma GRANDE untada e asse em forno pré-aquecido por 1 hora (forno baixo, menos de 200°C).

Dicas:

-Cebola caramelizada é aquela cebola bem fritinha, que fica marrom e adocicada.

– Use 2/3 do queijo para misturar e 1/3 salpique por cima.

– É importante assar em fôrma grande para poder ficar um bolo baixo, porque mais alto ele não cozinha.

Chipas

Cheguei de Curitiba há exatamente uma semana, 23:30 de terça (06/04/2010). A viagem foi ótima, comi muita coisa boa: doces, salgados e cafés. Sai com gente bacana, conheci lugares maravilhosos e até dei um pulinho de um dia em Florianópolis, onde comi uma comida mexicana divina!

Nesse final de semana, já em Recife, não perdi o ritmo, provei do Café Jacu (vide Google) e almocei em um restaurante coreano (farei receitas em breve!). Mas vamos à nossa bagagem… Conforme prometi, traria algo diferente para saborearmos.

Em Curitiba tenho uma grande amiga chamada Rosineide, conhecida como Tata, ela é secretária da minha tia há quase 10 anos e cuida daquela família como uma babá. Nascida no Paraguai e filha de brasileiros, sempre me conta das comidas de lá. Falou dos peixes cozidos, da macarronada verde e claro, das chipas! (fala-se tchipas) Mas o que são essas tais chipas? Existem dois tipos de chipas, a chipa e a chipa-guazú. Apesar do nome quase igual, são receitas extremamente diferentes, a primeira, “chipa” é uma rosca salgada, com uma massa que fica entre o pão de queijo e o biscoito de polvilho, sabor forte de queijo e um toque de erva doce. Ela é vendida em tabuleiros, carregado na cabeça dos vendedores que circulam em toda parte, desde movimentados ônibus urbanos até nas estradinhas da zona rural, custa o preço equivalente a dois pães e é comida principalmente na páscoa. A segunda, Chipa-guazú, é um bolo salgado de milho, com queijo e cebola. Hoje posto a primeira, ainda nessa semana posto a segunda.

Ingredientes:

500g de polvilho doce.

300g de queijo prato (corte em cubinhos)

¼ xícara de óleo

03 ovos

50g de manteiga

½ xícara de leite integral

01 colher (sopa) de fermento

Erva doce (uma colher de sopa)

Sal

Modo de preparo:

Miture os ingredientes molhados (leite, óleo, ovos, manteiga), adicione o polvilho, o queijo, o fermento, a erva doce e o sal. Bata bem. A massa ficará numa consistência bem diferente, entre líquida e pastosa, muito elástica. Faça roscas, bolinhas ou qualquer formato que quiser, coloque em forno médio pré-aquecido e deixe até dourar.

Dicas:

– É uma receita simples, não tenho muitas dicas. Apenas paciência na hora de moldar e unte a fôrma apenas com óleo. Repare que fiz roscas e bolinhas… mas viraram bolachões e bolinhas, com certeza fiz alguma coisa errada ou apenas minha prática que é zero.

– Confesso que as minhas chipas ficaram um pouco sem sal, mas não tem problema. Erva-doce casa muito bem com qualquer coisa defumada, elas ficaram perfeitas com mortadela defumada e/ou salame. Uma manteiga ou queijo também quebra o galho.

Bruschetta

Uma das entradas italianas mais tradicionais, um dos pratos mais simples para se fazer e uma das delícias mais saudáveis do mundo, é ela, a Vragihnna Bruschetta!!!

Cada pessoa tem um tipo de receita, e claro, desenvolvi a minha. Usei influências da Tata (nossa amiga de Curitiba) e da internet (lógico!), mas minha maior inspiração foi a Srta Catarina Cake, que há 02 dias ficou se exibindo, dizendo que fez a melhor de todas as Bruschettas! Aceitei o desafio e vou provar que a Buceta Bruschetta do Tadeo é a mais totosa do Recife Nordeste Brasil Planeta Universo!!!

Ingredientes:

06 fatias de pão (usei integral Graham)

06 tomates médios (vermelhos e firmes)

100g de queijo parmesão ralado na hora  (se usar aquele pó nojento, eu mato!)

60ml de azeite de oliva extra-virgem

02 Dentes de alho bem picados.

01 colher (sopa) de orégano

01 colher (café) de alecrim

Sal e pimenta do reino.

Modo de Preparo:

Pique o tomate em cubinhos (sem o miolo), seque*, misture em uma bacia com o sal, pimenta, ervas, alho e azeite. Para montar, coloque a fatia de pão, o queijo e com um pegador, coloque o tomate. Coloque em forno quente (240-260°C) pré aquecido, por 5 minutos no máximo (ele não deve torrar, apenas dar uma leve tostada em baixo e uma boa amornada no tomate)

Dicas:

– Para secar* o tomate, coloque os cubos em um prato forrado com um pano de prato limpo, faça uma trouxa e dê umas balançadas. Repare que o pano ficará vermelho e bem molhado. Em hipótese alguma aperte-o!

– Usei pão integral para ser diferente, o Graham é o melhor que conheço para essa receita, mas pode usar o que quiser, até uma banda de pão francês.

– Não deixe muito salgado, o parmesão já tem sal e essa receita prima pela sabor do tomate, alho e ervas.

– Muito cuidado ao usar o orégano, alecrim e principalmente o alho. Podem estragar sua receita!

– Para acompanhar, vinho ou suco de uva são perfeitos!

– Coma na hora, ao contrário do que o Sérgio Reis prega, bruschetta véia não faz comida boa!

Pão Caseiro

Conforme prometido, estou postando mais aqui no blog. Esses dias assisti ao programa “Diário de Olivier” no canal GNT, Olivier Anquier é um cozinheiro francês, que mora no Brasil há anos e é ex marido da Débora Bloch. Ele fazia brioches em sua linda cozinha pseudo-rústica e me inspirei a fazer pães também… Primeiramente pensei em fazer brioches, mas como era muito complexo (na TV tudo é mais fácil), achei melhor tentar pães doces, mas enquanto pesquisava uma boa receita, deu vontade de comer um pão caseiro quente com manteiga, queijo, presunto e claro, café! Hahahahaha.

Lá vai o gordo Tadeo fazendo seu primeiro pão caseiro, como não conseguia padronizar o tamanho e formato, resolvi fazer cada um de um tamanho e estilo, malandro safado charlatão enrolão embusteiro esperto, né?

Por incrível que pareça, os pães ficaram saborosos e macios, minha casa passou a tarde toda com cheiro de padaria. Nada mal para um virgem a primeira vez!

Ingredientes:

01 kg de farinha

01 xíc óleo

01 xíc leite

01 xíc açúcar

04 ovos

10g fermento biológico em pó (ou 45-60g de fermento fresco)

01 colher de sopa de sal.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes (menos a farinha), deixando o fermento por último. Coloque toda a farinha sobre o balcão e faça um “vulcão”, despejando o conteúdo no meio (cuidado, isso é para quem tem experiência, peça ajuda ao papai e à mamãe, vide dicas*). Aí é muque de padeiro, vá amassando, amassando, amassando, deixa o suor dar um tempero especial, quando ela começar a grudar na pedra da mesa, coloque mais farinha e continue amassando. A massa ficará lisa e homogênea, você dará um tapa e parecerá a bunda do seu melhor amigo barriga do seu avô. Deixe descansar por 30-45min em uma tigela grande, com um pano de prato por cima. Depois que ela descansou e cresceu, retire-a da tigela e divida em 05 ou 10 pedaços, dependendo do tamanho do pão, faça pranchas ou esteiras e enrole, deixando no formato de pãezinhos, croissants ou o que sua imaginação suja fértil mandar. Depois só untar uma fôrma com manteiga e farinha e deixe assar em forno médio (220°C) pré aquecido, até dourar.

Dicas:

– Veja o modo de preparo no youtube, recomendo também o site do próprio Olivier Anquier www.olivieranquier.com.br

– O fermento biológico em pó deve ser estimulado antes de entrar na receita, pegue um dedo de leite morno e dissolva um envelope nele, mexa por alguns minutos, até virar um caldo marrom de cheiro fermentado.

– Na hora do vulcão, fiz um método para principiantes como nós. Coloquei ¼ da farinha no liquido, enquanto batia. Assim o caldo ficou mais grosso e fácil de trabalhar quando colocado sobre a farinha.

– Quando for moldar os pães, use a criatividade. Pode rechear com queijos, embutidos, doces e até usar manteiga para folhear. Também pode cobri-los com alguma coisa, no meu caso, pincelei com um ovo por cima, mas podem além de usar ovo, colocar orégano, queijo ralado ou gergelim.

Pasteizinhos Pernambucanos

Cá estou eu novamente, depois de muito tempo sem aparecer por essas bandas. Prometo atualizar mais freqüentemente, apesar de soar como promessa de político, farei o possível mesmo.

Desabafando um pouco Falando da minha vida, me demiti da Bob´s 03 dias depois dessa macarronada(meu último post), foram vários motivos que não cabe explicar aqui. Descansei muito por esses dias, tive um pequeno problema envolvendo amigos, fiz uma pequena viagem ao interior, comemorei o ano novo na praia e já me matriculei em centenas de cursos e palestras no SEBRAE. Provavelmente estarei nesse ritmo de estudante desempregado até o final das reservas financeiras de janeiro.

Fiz uma receita tosca interessante, os chamados pasteizinhos pernambucanos, confesso que eu pessoalmente os batizei assim, pois só existem por essas bandas de Pernambuco (Dã, que obvio!). São pastéis salgados, recheados de carne moída e azeitonas fortemente temperados, mas cobertos por uma camada de açúcar de confeiteiro. Parece estranho para quem não conhece, mas eu prometo, juro e garanto, são deliciosos!!! Infelizmente, por excesso de preguiça falta de tempo e prática, usei uma massa de pastel pronta, fiz os bixinhos em tamanho grande demais para o padrão e não tínhamos cominho e extrato de tomate para temperar ou dar liga à carne. Ficaram gostosinhos, mas poderiam ter ficado melhores, principalmente se a massa fosse mais adequada, ela secou muito nas pontas e esse pastel deve ser mais “fofo”, de massa mais grossa e menos quebradiça.

Ingredientes:

01 cebola média em cubos.

500g de carne moída.

01 pimenta malagueta sem semente e bem picada.

01 colher generosa de extrato de tomate (não usei)

01 colher (chá) de colorau

Sal, pimenta do reino e cominho.

Azeitonas

500g de massa para pastel.

Fio de azeite para refogar.

Óleo para fritar.

Modo de Preparo:

Refogue a cebola no azeite, adicione a carne e os temperos (menos sal e colorau), quando estiver bem fritinha e seca, adicione o extrato de tomate, colorau e o sal, baixe o fogo e deixe dar uma apurada leve. Espere esfriar e recheie os pasteis com a carne e as azeitonas. Frite em óleo quente e depois de uma leve enxugada em papel toalha, polvilhe açúcar de confeiteiro por cima. Rende de 8-12 pasteis médios/pequenos.

Dicas:

– Faça pasteis pequenos, de festa infantil, pois eu fiz de tamanho médio e comer com aquele açúcar foi um malabarismo insano!

– Pode fazer açúcar de confeiteiro em casa, batendo por alguns segundos o açúcar convencional no liquidificador ou processador, depois peneire.

– Faça uma boa massa de pastel (tentarei aprender alguma) ou compre uma de boa qualidade, é importante que ele tenha uma massa grossinha e pouco quebradiça.

– Não faça como eu fiz, pique a azeitona e não use inteira.

Pão de queijo tradicional.

É uma postagem expressa.

Apenas para constar, é a mesma receita do Pão de Queijo Caipira (última receita do blog), mas fiz em fôrminhas pequenas e sem nenhum “Plus”, como salame ou presunto.

O sabor melhorou, por causa do tamanho, a massa ficou mais fina e delicada.

Eu garanto, é a melhor receita de pão-de-queijo que já conheci!!!

pão de queijo

Ingredientes:

01 1/2 Xícaras de Polvilho Azedo
01 1/2 Xícaras de Polvilho Doce
03 Ovos Inteiros
01 Xícara de Queijo Parmesão Ralado
01 Xícara de Leite
01 Xícara de Óleo

01 Pitada de Sal

Modo de Preparo:

Bata tudo no liquidificador, unte as fôrminhas com manteiga e polvilhos doce-azedo, adicione a mistura (entre 1/2 e 2/3 de cada recipiente), coloque em forno pré-aquecido médio-baixo (180°-220°C), demora aproximadamente 25 minutos.

Dicas:

– PELO AMOR DE DEUS, NÃO USE QUEIJO RALADO EM PÓ! Desembolse um pouco de dinheiro e compre parmesão para ralar na hora, se for usar aquele extrato de pó de vômito queijo ralado de saquinho, melhor seguir outra receita, não a minha!

Pão de Queijo Caipira.

Primeiramente, gostaria de me desculpar pela demora em postar algo. Essa receita eu fiz pela primeira vez na segunda feira, dia 07/09, mas ela deu errado (ficou feia, grudou no fundo e encruada, argh!). Isso me desanimou um pouco, só fui refazê-la na sexta, dia 11/09.

Por que esse pão de queijo é caipira? Não sei, mas ele é diferente dos outros, invenção minha, dei um nome comercial. Escolhi “caipira” porque ele é mais rústico, diferente dos pãezinhos de queijo bonitinhos que tem por aí. Para falar a verdade verdadeira não temos tantas fôrminhas, para facilitar o serviço, fiz tudo em uma fôrma só, virou um “pãozão de queijo”!

O bicho cresceu muito, tocou no teto do forno e murchou uns 3 minutos depois que o tirei, nem deu para fotografá-lo em seu ápice! Também dei uma incrementada, colocando cubinhos de salame, mas pode colocar outras coisas como charque, bacon, lingüiça calabresa, peito de peru, tomate seco, provolone ou até mesmo goiabada. O importante é que seja diferente do sabor do pão de queijo (defumado ou doce, para dar um contraste) e que não solte água, porque um dos motivos da primeira receita dar errado foi o uso de tomate e cebola, que soltaram água e deixaram-no um pouco molhado/encruado no meio, só use se for fazer ele mais fino e em forno bem baixo, para secar bastante (mas ficará mais durinho).

A receita é MUITO fácil, 1 hora no máximo, qualquer pessoa faz e nem coloca a mão na massa!

pão de queijo

Pão de queijo II

Ingredientes:

01 1/2 Xícaras de Polvilho Azedo
01 1/2 Xícaras de Polvilho Doce
03 Ovos Inteiros
01 Xícara de Queijo Parmesão Ralado
01 Xícara de Leite
01 Xícara de Óleo

01 Pitada de Sal

Modo de Preparo:

Bata tudo no liquidificador, unte uma fôrma grande (ou várias menores) com manteiga e polvilho doce, adicione a mistura, coloque em forno pré-aquecido médio-baixo (180°-220°C), demora aproximadamente 40 minutos.

Dicas:

– PELO AMOR DE DEUS, NÃO USE QUEIJO RALADO EM PÓ! Desembolse um pouco de dinheiro e compre parmesão para ralar na hora, se for usar aquele extrato de pó de vômito queijo ralado de saquinho, melhor seguir outra receita, não a minha!

– Unte a fôrma usando pouca manteiga, é uma receita gordurosa, com muito óleo. Mas pão de queijo é isso aí, óleo puro! Se quiser coisa light, coma torradas integrais.